Banco Mundial diz que cabe aos moçambicanos arranjar soluções para combater o terrorismo

O Banco Mundial defendeu hoje que devem ser Moçambique e moçambicanos a rastrear as melhores respostas para a batalha contra a intimidação ilegal em Cabo Delgado.

A associação também tem garantido que não vai sair do país e tem mostrado receptividade em proceder a projetos de melhoria que ajudem a moderar os impactos decorrentes da maravilha. No terceiro dia em França, o Presidente da República, Filipe Nyusi, reuniu-se com o seu parceiro francês, Emmanuel Macron, e deu uma multidão ao Vice-Presidente do Banco Mundial para África. No final do encontro, o delegado da fundação percebeu a complexidade da maravilha em Cabo Delgado A questão da intimidação ilegal em qualquer nação é um teste terrível que influencia numerosos indivíduos e, neste caso específico, em Cabo Delgado.

é uma questão delicada e temos, no Banco Mundial, um ativo para o compromisso e financiamento de circunstâncias de delicadeza e, nesta situação ímpar, temos efetivamente dado ativos extras à versatilidade, planejada em cerca de US $ 700 milhões para o Governo de Moçambique e, como disse o Presidente, devemos cooperar para perceber como, no espaço do avanço, podemos acompanhar o país nos seus esforços pela harmonia. É um ciclo problemático, mas não vamos sair de Moçambique , disse Hafez Ghanem, vice-presidente do Banco Mundial para a África.

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